Conforme já frisou o físico, meteorologista e mestre em Meteorologia Rodrigo Cézar Limeira, as condições oceânicas evoluíram de forma desfavorável na primeira semana de março, e consequentemente o cenário é de muita irregularidade na distribuição espacial das chuvas tanto para o restante de março, quanto abril e maio no semiárido do Estado.
Chuvas isoladas em alguns momentos, e esparsas em outros é o que se espera para o restante de março, abril e maio afirma o pesquisador.
Para o agricultura a situação é de prováveis perdas em várias localidades, pontua. Com um período chuvoso muito irregular, há uma considerável probabilidade das lavouras morrerem, ou pelo menos terem atraso em seu crescimento normal.
O Estudioso pontua que o verão observado dentro da atual estação chuvosa no semiárido paraibano, já atrasou de forma considerável o desenvolvimento das lavouras em muitas localidades. Na Fazenda Trapiá, zona rural de Patos por exemplo, nos últimos 19 dias do mês choveu apenas uma vez, 14 mm. Fato que levou as plantações de sorgo, milho e feijão a uma situação de grande estresse hídrico, caso não chova nos próximos dias, as lavouras poderão morrer.
O estudioso pontua, que conforme já previu dia 12 de março, chuvas de forma isoladas caíriam entre 12 e 18 de março e a partir do dia 19, as precipitações atingiriam uma quantidade maior de municípios no semiárido do Estado, mas com considerável irregularidade.
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